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Carros blindados tem aumento de vendas em sp apesar da crise

blindadosApesar da recessão que o Brasil estava passando, uma pesquisa feita por um jornal americano diz que a venda de carros blindados vem crescendo cada vez mais.

Com a alta da economia brasileira nos últimos anos acarretando também cortes nos impostos de veículos fez com que São Paulo torna-se a maior produtora e vendedora de carros blindados civil no mundo.

Hoje em dia o que torna fácil a venda de carros blindados é a queda da implantação da blindagem que caiu mais de 50% em seu valor juntamente com a estabilidade da econômia e a facilidade de financiamento para carros, e com isto a classe média alta tendo mais acesso a carros blindados diz a reportagem.

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Empresário morre em assalto, e esposa fica paraplégica após tiroteio

Essa é a realidade nas capitais do Brasil, onde os assaltos são frequentes e pessoas com veículos importados ou de luxo, são vítimias constantes desse tipo de agressão.

A blindagem automotiva cresce acompanhada pelo medo da violência e hoje contabiliza mais de 82 mil veículos.

O trabalho de blindagem consiste na proteção através de placas de aço e mantas de aramida. O tecido balístico reveste o teto, colunas, portas, atrás dos bancos, maçanetas, afim de garantir toda segurança e diminuir o impacto dos projéteis.

Os vidros originais do veículo são substituídos por vidros blindados, compostos por camadas de vidro e polímeros (policarbonato, poliuretano) que garatem a proteção balística e mantém o grau de transparência.

Encontrar carros blindados, ou blindadoras se tornou muito mais fácil, além do valor se tornar a cada mais acessível. É uma opção para garantirmos nossa tranquilidade e segurança nos dias de hoje.

Crise não afeta mercado de carros blindados

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Artigo do jornal norte-americano The New York Times aponta que vendas de blindados segue crescendo no Brasil.
Ao menos para o mercado de veículos blindados, a crise parece não existir. Segundo artigo publicado no jornal norte-americano The New York Times, a venda deste tipo de automóvel continua crescendo no Brasil, apesar da recessão. A reportagem ainda afirma que o crescimento econômico dos últimos anos, aliado ao corte nos impostos sobre venda de veículos e ao medo da violência, fazem de São Paulo a cidade com maior fabricação e venda de veículos blindados para uso civil no mundo.

A reportagem ainda aponta outro motivo para o crescimento do setor: o preço, que caiu para menos da metade em uma década, a estabilidade econômica e o financiamento de carros. Segundo a Associação Brasileira de Blindagem, mais de 7 mil carros foram blindados no Brasil no ano passado, número bastante superior aos 1.782 de dez anos atrás.

Além disso, o NYT afirma que, apesar de os índices de assassinatos e roubo de veículos terem caído em São Paulo, os paulistanos apontam a falta de segurança como principal razão para comprar um carro blindado. O perfil do veículo blindado também mudou, segundo o jornal. Se há dez anos as marcas mais procuradas eram a Mercedes, Jeep Cherokee e BMW; agora carros da Toyota, Chevrolet e Volkswagen estão entre as cinco maiores.

Fonte: Com informações de BBC Brasil e The New York Ti

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Cuidados na hora de comprar carros blindados

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Antes de comprar verifique:

Procure bolhas e descascados nas películas que cobrem o vidro blindado, que não podem exceder a 1 centimetro quadrado. Trincas de até 5 centimetros de comprimento na parte externa são aceitáveis. Se for na parte interna, tem de trocar

A blindagem representa um peso extra entre 120 e 170 quilos, em média.
Para não abrir nunca as janelas, o ar-condicionado precisa estar em ordem. Cheque a eficiência do sistema.
Quanto ao nível de proteção, mais de 95% das blindagens do Brasil é do tipo III-A, para munição até 9 milimetros e Magnum .44, suficiente para resistir a toda arma de mão. A de nível II suporta até 9 milimetros e .357 Magnum.
Descubra se há aros metálicos nas rodas (dentro dos pneus), que permitem ao motorista dirigir por mais de 15 quilometros com pneus vazios. Com certeza esse carro vale mais. Cheque no certificado ou na própria blindadora.
Uma tira de aço sobreposta impede que a bala entre no carro pelo espaço entre o vão da porta e o batente. Essa tira de reforço é chamada de overlap ou frame. Confira com a blindadora se seu carro tem.
Como o carro é todo desmontado para a blindagem, pode haver peças de acabamento soltas. Um test-drive pode denunciar ruídos de peças mal colocadas. Confira se as borrachas de vedação estão perfeitas, para evitar futuras infiltrações.

Pergunte à empresa que blindou o carro se ela protegeu maçanetas, ancoragem do cinto e fixação do retrovisor, áreas que nem sempre são blindadas. Qualquer lugar desprotegido pode ser um ponto de entrada para uma bala.
Descubra se todas as partes opacas estão protegidas com chapas de aço ou manta balística. Empresas menos cuidadosas não blindavam colunas, a divisão entre motor e cabine e a separação entre porta-malas e banco traseiro.
Teste todos os botões do vidro elétrico. Com o excesso de peso, alguns podem deixar de funcionar.
Dê preferência aos automáticos, modelos mais valorizados no mercado, que apresentam maior liquidez e recomendados em casos de emergência, pois não há risco de deixar o carro morrer numa fuga.

Para durar mais

Nunca feche a porta com a janela aberta, pois há o risco de o vidro trincar.
Não deixe as portas aberta mais do que o tempo necessário para entrar ou sair. O excesso de peso pode desalinhá-las.

Nunca ande com o vidro aberto em estrada de terra. A trepidação pode rachá-lo.
Use apenas uma flanela, água e sabãoneutro para limpar a parte de dentro dos vidros. A película interna pode se riscar ou se soltar com produtos abrasivos ou solventes. Também tome cuidado com anéis ou crianças com brinquedos.

Fuja da travessia de ruas alagadas. Se o carro ficar preso na água, a manta balística pode ser afetada pela umidade, o que reduz seu poder de proteção

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Planejando em comprar carros blindados?

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O mercado de blindagens foi inundado por empresas de fundo de quintal nas últimas duas décadas. Nos anos 90, havia até as que se declaravam – mentirosamente – a ”blindadora oficial” na Alemanha de marcas como BMW, Mercedes e Audi. Foi para colocar ordem na bagunça, e para separar as blindadoras sérias das aventureiras, que a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) firmou uma parceria com o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) e lançou um selo de capacitação técnica específico.

A partir de agora o Cesvi começa a inspecionar as empresas do setor, concedendo a elas de uma a cinco estrelas. ”Se ao fim do processo a blindadora consegue pelo menos três estrelas, ela é certificada”, diz Andre Turina, coordenador de certificação do Cesvi. As primeiras a receberem o selo são a Concept e a Centigon O’Gara, mas várias outras estão em processo de certificação. ”É uma espécie de ISO-9002 das blindadoras”, diz Rogério Garrubbo, sócio da Concept. Para chegar às cinco estrelas, são avaliados 115 quesitos, que vão desde o nível de atendimento no show room até a infraestrutura de armazenamento na oficina.

Mas como saber se a empresa que blinda os carros de sua empresa ou de sua família é confiável e faz um bom serviço? Para responder a essa pergunta, veja a seguir dicas práticas do Cesvi para reconhecer uma boa empresa do ramo.

Por onde devo começar?

O primeiro contato geralmente é por recomendação de amigos ou propagandas, para depois se conhecer o show room. Mas não é aconselhável parar por aí. Pode parecer piada, mas a primeira providência é se certificar de que a blindadora existe legalmente. Várias delas terceirizam quase toda a operação, o que pode ser um problema. Não dispense uma visita à oficina. Isso leva tempo? Vale lembrar que esse é um investimento considerável, não só em dinheiro, mas em sua própria vida. Portanto, vale a pena perder três horas de um dia para conhecer o local onde o carro será blindado. Se o vendedor quer evitar que você visite a oficina, é bom procurar outra empresa.

Que documentos eu devo exigir?

Peça para ver o Certificado de Registro (CR) no Exército. Sem esse documento, a empresa não pode atuar no segmento. Pergunte também pelo Relatório Técnico Experimental (Retex), comprovando que os materiais usados foram testados pelo Exército.

O que analisar na oficina?

Como o veículo é todo desmontado, certifique-se de que não há peças espalhadas pelo chão. Converse com o engenheiro responsável, que deve tirar suas dúvidas sem titubear. Verifique onde ficam as mantas de aramida (também chamada de kevlar, material de coletes à prova de bala), que devem estar longe de umidade. Se disser que não trabalham com estoque, desconfie, pois existem meios caseiros de laminar as mantas. Veja ainda se há a marca do fabricante.

O aspecto dos funcionários conta?

Sim. O modo de vestir diz muito sobre a organização da oficina. Funcionários de bermuda, chinelo ou calça jeans demonstram desleixo geral, além de não permitir saber quem é quem – dessa forma não se identifica o pintor, o montador ou o funileiro. É imprescindível que todos estejam uniformizados.

O que verificar no ambiente de trabalho?

Pelos critérios utilizados pelo Cesvi, não é algo que reprove de imediato uma blindadora, mas se o local for ventilado, tiver boa iluminação natural e pelo menos 3,5 metros de pé-direito, vai contar muitos pontos a favor. Não se esqueça de observar certificados, alvarás e outros documentos que possam estar afixados nas paredes, bem como extintores de incêndio e indicação de saída de emergência.

Como as peças devem ser acondicionadas?

Todos os componentes de um veículo desmontado precisam ser guardados com identificação e sem contato entre si. Pode até ser em uma caixa de papelão, mas, dentro dessa caixa, uma peça não pode ter contato com a outra. Ideal mesmo é que haja uma etiqueta com o nome do modelo em que será montada e sua placa.

Fonte Quatro Rodas

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Conheça os níveis de blindagem

Níveis de blindagem

Níveis de blindagem

Os materiais utilizados numa blindagem veicular determinam o nível balístico final do carro. Estes materiais são concebidos por estruturas simples, como é o caso do aço, ou por compostas por vários outros materiais, como é o caso das mantas de aramida (tecidos especiais e polímeros) e dos vidros blindados (vidros e polímeros de alta performance).

A resistência balística leva em consideração a arma, o projétil, a energia cinética de uma massa (em joules) e a distância dos disparos com relação ao alvo e a distância entre os disparos. As proteções são definidas por normas técnicas e variam de acordo com o tipo de resistência a esses projéteis.

No Brasil, os níveis de blindagem seguem a norma de resistência balística ABNT-NBR 15000, que obedece aos padrões nacionais e internacionais. Os níveis são divididos em uso permitido, restrito e proibido, de acordo com o poder de retenção das balas, e são determinados pelo Exército Brasileiro.

Segundo essa determinação, o maior nível permitido no país é o III-A, que suporta até disparos de pistolas 9 mm e revólveres 44 Magnum, a maior arma de mão. Esse nível de blindagem é o que tem sido mais utilizado no país. Os níveis de menor proteção I, II-A e II tem plena autorização para serem produzidos e se propõem a atender o nicho especifico de mercado dos usuários que, conscientemente, se sentem ameaçados somente por armas de menor calibre. O nível III, que resiste a disparos de fuzil FAL, é de uso restrito e só pode ser produzido, para uso de pessoas físicas e jurídicas, com autorização especial do Exército Brasileiro. E o nível IV, que resiste até a M60, é totalmente proibido para uso civil.

Na NBR 15000 também se encontram as especificações para proteções alternativas. Além do nível da blindagem, o carro pode ter a resistência adicional a alguns tipos de calibres ou a projéteis especiais, como os que possuem núcleo perfurante, como podem ser visto na Tabela 2. Estas proteções adicionais também requerem autorização especial do Exército.

Tabelas de resistência balística

Abaixo seguem as tabelas constantes da NBR 15000, contemplando os diferentes tipos de proteção e as respectivas ameaças por eles suportadas.
Importante: Os interessados na aquisição de veículos blindados devem estudar atentamente essas tabelas (nível de proteção, arma, munição e velocidades dos projéteis), considerando a possibilidade de se expor a determinadas ameaças.

Fonte: Abrablin

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